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Espondilite Anquilosante – Saiba Mais

A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, localizadas na região do quadril. Trata-se de uma condição autoimune, na qual o próprio sistema imunológico provoca inflamação persistente nas articulações, levando à dor, rigidez e, em casos mais avançados, à perda de mobilidade da coluna.

O Que Acontece na Coluna?

Na espondilite anquilosante, a inflamação contínua pode causar alterações estruturais nas articulações da coluna. Com o passar do tempo, o organismo tenta “cicatrizar” essas áreas inflamadas produzindo novo osso, o que pode resultar na fusão de vértebras — processo conhecido como anquilose. Essa fusão reduz a flexibilidade da coluna e pode levar a uma postura encurvada, com impacto direto na qualidade de vida.

Principais Sintomas

Os sintomas costumam surgir de forma lenta e progressiva, geralmente em adultos jovens. A dor lombar inflamatória é um dos sinais mais característicos, frequentemente acompanhada de rigidez matinal prolongada, que melhora com o movimento ao longo do dia. Também podem ocorrer dor nos glúteos, desconforto no quadril, fadiga persistente e limitação de movimentos da coluna.

Em alguns casos, a doença pode afetar outras articulações, como ombros, joelhos e tornozelos.

Raio X evidenciando ossificação entre as vértebras da coluna cervical.

Como é Feito o Diagnóstico?

O diagnóstico da espondilite anquilosante é clínico e depende da associação entre sintomas, exame físico e exames complementares. Exames de imagem, como radiografias e ressonância magnética, ajudam a identificar inflamação e alterações nas articulações sacroilíacas e na coluna. Exames laboratoriais podem auxiliar, especialmente na investigação de marcadores inflamatórios associados à doença.

O diagnóstico precoce é fundamental para retardar a progressão da doença e preservar a mobilidade da coluna.

Tratamento e Controle da Doença

Embora não exista cura definitiva, a espondilite anquilosante pode ser controlada com tratamento adequado. O objetivo principal é reduzir a inflamação, aliviar a dor, manter a mobilidade e prevenir deformidades. O tratamento geralmente inclui medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos.

A fisioterapia e a prática regular de exercícios orientados desempenham um papel essencial, ajudando a preservar a flexibilidade da coluna, melhorar a postura e reduzir a rigidez. Em situações específicas, quando há complicações estruturais importantes, a cirurgia pode ser considerada.

Quando a Cirurgia Pode Ser Indicada?

A cirurgia não é o tratamento principal, mas pode ser indicada em casos selecionados, como deformidades graves, fraturas vertebrais ou comprometimento neurológico. A decisão cirúrgica é sempre individual e tomada após avaliação especializada.

A Importância do Acompanhamento Especializado

O acompanhamento com um médico é indispensável para o manejo adequado da doença. Cada paciente apresenta evolução e necessidades diferentes, e o tratamento deve ser individualizado, com ajustes ao longo do tempo conforme a resposta clínica.

Com diagnóstico precoce, tratamento correto e acompanhamento contínuo, é possível controlar os sintomas, manter a função da coluna e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

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